Boletim do Câncer

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Um homem morre a cada 38 minutos em decorrência do Câncer de Próstata

São Paulo, 30 de outubro de 2017 – A cada 38 minutos um homem morre no Brasil vítima do câncer de próstata, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Isso significa 13,7 mil óbitos por ano. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, aproximadamente 61 mil novos casos da doença são esperados no país em 2017. Cerca de 20% dos casos de câncer de próstata são diagnosticados em estágio avançado e 25% dos pacientes morrem em decorrência da doença. Durante o mês de novembro, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz adere à campanha Novembro Azul, período do ano dedicado à prevenção e à redução da mortalidade provocada pela patologia. A fachada da Unidade Paulista estará iluminada de azul durante todo o mês.

A maioria dos casos é diagnosticada em homens com mais de 65 anos, sendo que menos de 1% dos tumores é verificado na população abaixo dos 40 anos. De acordo com o Dr. Ariel Galapo Kann, médico do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a identificação de pacientes com risco de desenvolverem câncer de próstata de forma mais agressiva pode ajudar a definir a indicação e as condutas terapêuticas.

O especialista diz ainda que a partir dos 50 anos os homens devem procurar seu médico de confiança e realizar o rastreamento do câncer de próstata por meio dos exames de toque retal associado ao exame da dosagem do antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês) no sangue. Nos casos suspeitos, é indicada a realização da biópsia prostática. Estudos mostram que homens da raça negra têm risco 60% maior de desenvolver a doença e a mortalidade nesta população é três vezes maior que em homens brancos e amarelos.  A hereditariedade é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de próstata. Homens cujos parentes de primeiro grau (pai ou irmãos) diagnosticados com câncer de próstata têm o dobro de chances de terem a doença. Portanto, homens negros e aqueles com histórico familiar devem começar o rastreamento aos 40 anos.

A importância do diagnóstico precoce tem relação direta com a eficácia da terapêutica e depende, principalmente do tamanho e da localização do tumor. De acordo com o Dr. Carlo Passerotti, um dos médicos com maior casuística em cirurgia robótica do País e coordenador do Centro de Cirurgia Robótica e Instituto da Próstata do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, as cirurgias da próstata podem ser realizadas de diversas maneiras, inclusive por meio da cirurgia robótica. O procedimento é realizado com o auxílio de um robô que permite ao cirurgião ter uma visão ampliada e em três dimensões da próstata e consequentemente do tumor. A incisão realizada também é menor quando comparada a cirurgia convencional, proporcionando posteriormente mais qualidade de vida para o paciente.

Segundo o Dr. Rodrigo Hanriot, coordenador do serviço de radioterapia do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, entre os tratamentos mais recentes está o hipofracionamento da próstata. Trata-se do emprego de uma tecnologia de radioterapia – a de intensidade modulada ou IMRT – para redução do tempo total de tratamento irradiante. Com isso, o que antes era feito em 40 dias pode ser realizado em 28 ou mesmo em somente 20 dias úteis, oferecendo ao paciente a mesma segurança. Para tratar os casos avançados de câncer de próstata são utilizados hormonioterapia, quimioterapia, radiofármacos de terapia alvo.

Referência em diagnóstico e tratamento

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz oferece o que há de mais moderno e eficaz em termos de medicina diagnóstica e tratamento. A Instituição investe frequentemente na aquisição dos mais modernos equipamentos e no aprimoramento das suas instalações. O objetivo é oferecer as melhores ferramentas aos profissionais e um atendimento de qualidade aos pacientes. Conta também com uma equipe multidisciplinar onde o paciente tem à sua disposição médicos urologistas, oncologistas, radio-oncologistas, infectologistas, além de equipes de enfermagem, nutrição e psicólogos.

Sobre o Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Fundado por um grupo de imigrantes de língua alemã, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um dos maiores centros hospitalares da América Latina. Com atuação de referência em serviços de alta complexidade e ênfase nas especialidades de oncologia e doenças digestivas, a Instituição completa 120 anos em 2017. Para que os pacientes tenham acesso aos mais altos padrões de qualidade e de segurança no atendimento, atestados pela certificação da Joint Commission International (JCI) – principal agência mundial de acreditação em saúde –, o Hospital conta com um corpo clínico renomado, formado por mais de 3.700 médicos ativos, e uma das mais qualificadas assistências do país. Até o final deste ano, sua capacidade total instalada será de 805 leitos, sendo 582 deles na saúde privada e 223 no âmbito público, além atingir o número de 4 mil colaboradores.

Hospital Alemão Oswaldo Cruz – www.hospitaloswaldocruz.org.br

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